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Japão
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Japão

Localizado no Oceano Pacífico, a leste do Mar do Japão, da República Popular da China, da Coreia do Norte, da Coreia do Sul e da Rússia, se estendendo do Mar de Okhotsk, no norte, ao Mar da China Oriental e Taiwan, ao sul. Os caracteres que compõem seu nome significam "Origem do Sol", razão pela qual o Japão é às vezes identificado como a "Terra do Sol Nascente".

 

O país é um arquipélago de 6 852 ilhas, cujas quatro maiores são Honshu, Hokkaido, Kyushu e Shikoku, representando em conjunto 97% da área terrestre nacional. A maior parte das ilhas é montanhosa, com muitos vulcões como, por exemplo, os Alpes japoneses e o Monte Fuji. O Japão possui a décima maior população do mundo, com cerca de 128 milhões de habitantes. A Região Metropolitana de Tóquio, que inclui a capital de facto de Tóquio e várias prefeituras adjacentes, é a maior área metropolitana do mundo, com mais de 30 milhões de habitantes.

Pesquisas arqueológicas indicam que humanos já viviam nas ilhas japonesas no período Paleolítico Superior. A primeira menção escrita do Japão começa com uma breve aparição em textos históricos chineses do século I d.C. A influência do resto do mundo seguida por longos períodos de isolamento tem caracterizado a história do país. Desde a sua constituição em 1947, o Japão se manteve como uma monarquia constitucional unitária com um imperador e um parlamento eleito, a Dieta.

Como grande potência econômica, possui a terceira maior economia do mundo em PIB nominal e a quarta maior em poder de compra. É também o quarto maior exportador e o quarto maior importador do mundo, além de ser o único país asiático membro do G7. O país mantém uma força de segurança moderna e ampla, utilizada para auto-defesa e para funções de manutenção da paz. O Japão possui um padrão de vida muito alto (17º maior IDH), com a maior expectativa de vida do mundo (de acordo com estimativas da ONU e da OMS) e a terceira menor taxa de mortalidade infantil. O país também faz parte do G20, grupo formado pelas 19 maiores economias do mundo mais a União Europeia.

Japão é um país insular que se estende ao longo da costa leste da Ásia. O litoral marítimo do Japão é aproximadamente quatro vezes maior que o brasileiro. As ilhas principais, de norte para sul, são: Hokkaido, Honshu, Shikoku e Kyushu. Além destas maiores, o Japão inclui mais de seis mil outras menores, parte das quais constituem as ilhas Riukyu, inclusive Okinawa, que se estendem a sudoeste de Kyushu até perto de Taiwan.

 

Entre 70% e 80% do país é coberto por florestas e de relevo montanhoso com uma cordilheira no centro das ilhas principais, de forma que as pequenas planícies costeiras se tornam as áreas mais povoadas do país.

A montanha mais alta e o vulcão mais conhecido do Japão é o monte Fuji com 3.776 metros de altitude e seu ponto mais baixo fica no lago Hachirōgata, quatro metros abaixo do nível do mar. Localizado no Círculo de fogo do Pacífico há oitenta vulcões ativos no país e os sismos são muito comuns, ocorrendo mil deles sensíveis por ano. A enorme quantidade de vulcões mostra que nas profundezas do arquipélago o solo é instável e cheio de energia. Isso faz com que o país esteja entre os que mais registram terremotos no mundo.

Ainda que uma ameaça, estes vulcões representam uma importante fonte de turismo. Regiões como Nikko, são famosas por suas primaveras quentes e pelo cenário de montanhas vulcânicas. Os rios japoneses são curtos e de águas ligeiras. Atingem o mar pouco depois de sua nascente nas montanhas acima e formam geralmente deltas em forma de leque.

 

O Japão tem catorze patrimônios mundiais da UNESCO, incluindo o Castelo de Himeji e os Monumentos Históricos da Antiga Kyoto (cidades de Kyoto, Uji e Otsu). Kyoto recebe mais de 30 milhões de turistas anualmente. Os estrangeiros também visitam as cidades de Tóquio e Nara, o Monte Fuji, utilizam o shinkansen e tiram proveito da rede de hotéis do país.

O turismo doméstico continua a ser uma parte vital da economia e da sociedade japonesa. Crianças em idade escolar em muitas escolas secundárias realizam visitas à Tokyo Disneyland ou à Tóquio Skytree. A extensa rede ferroviária, juntamente com os vôos domésticos, permitem viagens eficientes e rápidas.

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Fonte: Wikipédia

Tóquio
 

Tóquio

Tóquio é a capital do país e de uma das 47 prefeituras do Japão. Situa-se em Honshu, a maior ilha do arquipélago. Tóquio possui 9.790.000 habitantes, cerca de 10% da população do país, e a Região Metropolitana de Tóquio possui mais de 37 milhões de habitantes, o que torna a aglomeração de Tóquio, independentemente de como se define, como a área urbana mais populosa do mundo. Um de seus monumentos mais famosos é a Torre de Tóquio. Foi fundada em 1457, com o nome de Edo ou Yedo.

 

Tornou-se a capital do Império em 1868 com a atual designação. Sofreu grande destruição duas vezes; uma em 1923, quando foi atingida por um terremoto; e outra em 1944 e 1945, quando bombardeios americanos destruíram grande parte da cidade, sendo que no total foi destruída 51% de sua área e mataram mais de 150 mil pessoas.

Embora Tóquio seja considerada um dos maiores centros financeiros do mundo (ao lado de Nova York e Londres), e uma "Cidade Global Alfa++", ela não é, tecnicamente, uma cidade. Não há no Japão uma cidade chamada "Tóquio". Na verdade, Tóquio é designada como uma metrópole similar a uma prefeitura do Japão, e é constituída por 23 bairros, 26 cidades primárias, cinco cidades secundárias e oito vilas diferentes. Cada uma delas possui um governo que opera no nível regional. Também fazem parte de Tóquio pequenas ilhas no Oceano Pacífico, localizadas a mais de 1000 km para sul, nos subtrópicos.

Mais de oito milhões de pessoas vivem dentro dos 23 distritos autônomos que constituem a parte central de Tóquio. Estes 23 distritos definem a "Cidade de Tóquio", na opinião da maioria dos especialistas e outras pessoas, possuindo 8.340.000 habitantes. A população de Tóquio aumenta em 2,5 milhões ao longo do dia, devido aos estudantes e trabalhadores de prefeituras vizinhas, que vão à Tóquio para estudar e trabalhar. A população total dos bairros de Chiyoda, Chuo e Minato, que compõem a região central de Tóquio, e onde está localizado o principal centro financeiro do país, é de menos de 300 mil habitantes; porém, mais de dois milhões de pessoas trabalham na região.

Tóquio é o principal centro político, financeiro, comercial, educacional e cultural do Japão. Assim sendo, Tóquio possui a maior concentração de sedes de empresas comerciais, instituições de ensino superior, teatros e outros estabelecimentos comerciais e culturais do país. Tóquio também possui um sistema de transporte público altamente desenvolvido, com numerosas linhas de trens, metrô e de ônibus, bem como o Aeroporto Internacional de Tóquio.

O turismo é uma das principais fontes de renda de Tóquio. Milhões de turistas, boa parte deles estrangeiros, visitam Tóquio anualmente. Além de suas muitas atrações turísticas, a cidade também sedia alguns grandes eventos anuais, como a parada dos bombeiros de Tóquio, em 6 de janeiro, ou o Festival de Sanja, na terceira semana de maio, e está se preparando para as Olimpíadas de Tóquio de 2020.

Por ser um dos principais pontos históricos e culturais do Japão, a prefeitura de Tóquio recebe mais da metade dos turistas internacionais que chegam ao país, (cerca de 58,3 %). Anualmente, 2,6 milhões de pessoas que visitam Tóquio, representando um ingresso anual de dois bilhões de dólares. Este intenso fluxo de turistas torna-a a sexta cidade mais visitada do mundo, atrás de Londres, Paris, Nova Iorque, Hong Kong e Singapura. Por ser a principal porta de entrada do país, Tóquio é uma região de desenvolvimento crítico para o turismo internacional. Entre os visitantes que chegam à cidade, 63,8% são provenientes de países asiáticos, 18,5% da América do Norte, 12,7% da Europa e 5,0 % de outros países. As atrações turísticas na prefeitura são numerosas, e são administradas ou supervisadas pelo Governo Metropolitano de Tóquio.

Os turistas que visitam a cidade dispõem de muitos hotéis e restaurantes de qualidade. Dos hotéis, os turistas podem optar por ficar em hotéis construídos e mobiliados em estilo ocidental, ou em Ryokans, hotéis construídos e mobiliados ao estilo japonês. Estes hotéis possuem, por exemplo, portas que se deslocam em um sentido lateral, chamadas de shoji, e de um tapete, chamado de tatame. Quanto aos restaurantes, alguns especializam-se em culinária japonesa, de outras culturas asiáticas, ou pela culinária ocidental.

Tóquio possui muitos pontos de interesse. As mais conhecidas são: Tokyo Skytree com 634 metros de altura, a Torre de Tóquio com 333 metros de altura, localizada ao sul do Palácio Imperial; o Palácio Imperial do Japão, a residência oficial do imperador do Japão; os vários templos budistas de Tóquio atraem milhões de turistas e religiosos todo ano, como o Templo Meiji em Yoyogi e o templo Sensoji em Asakusa; e os belos jardins e parques de Tóquio, que atraem muitas pessoas, como o Parque Ueno, famoso pelas suas raras espécies de flores, e o Parque Yoyogi.

 
Osaka

Osaka

 

Osaka é uma cidade japonesa localizada na província de mesmo nome. Com uma população estimada em 2.691.601 habitantes é a terceira cidade mais populosa do Japão, atrás somente de Yokohama e da capital, Tóquio. Localiza-se em região de Kansai, no sul da ilha de Honshu. Forma com as cidades periféricas de Kobe e Kyoto (e respectivas regiões metropolitanas) uma aglomeração urbana de 17,4 milhões de habitantes.

 

Originalmente fundada durante a Era Edo, está entre as cidades mais antigas do país, havendo vestígios de palácios imperiais desde o século IV, incluindo o mundialmente famoso Ōsaka-jō (ou "Castelo de Osaka", em tradução para o português), erguido no século XVI e um dos mais importantes símbolos da cidade.

Considerado o segundo mais importante centro financeiro do Japão, sendo superado somente por Tóquio, está entre os maiores centros de negócios e finanças do planeta. Sua região Metropolitana, conhecida como "Keihanshin", é a segunda mais importante do país (atrás apenas, mais uma vez, da de Tóquio) em termos financeiros, e seu Produto Interno Bruto (PIB) está estimado em US$390 bilhões, o 9o maior do mundo (segundo dados de 2008).

Historicamente um importante centro comercial do Japão, Osaka possui funções como um dos principais e mais desenvolvidos centros de comando para a economia asiática. Centro de uma conurbada aglomeração urbana, a população da cidade de Osaka aumenta, em dias úteis, durante o dia, de 2,6 para cerca de 3,7 milhões de habitantes (2010; fazendo com que a cidade, durante esse período figure como a segunda mais populosa do país, superada somente pela capital Tóquio e superando Yokohama), em razão das mais de 1,1 milhão de pessoas que se deslocam de cidades periféricas ou próximas para trabalhar ou estudar. Durante a Era Edo, costumava ser referido como a "Cozinha da Nação", porque era o centro nacional do comércio de arroz, e de armazenamento de peixes e grãos.

A cidade de Osaka localiza-se a oeste da Baía de Osaka. É completamente cercada por mais de dez cidades menores, todos elas na Prefeitura de Osaka, com uma exceção da cidade Amagasaki, pertencente à Prefeitura de Hyogo, a noroeste. A cidade ocupa uma área maior (cerca de 13%) do que qualquer outra cidade ou vila dentro da Prefeitura de Osaka. Quando Osaka foi criada em 1889, a cidade ocupava aproximadamente 15 km² — o que hoje são os bairros de Chuo e Nishi, localizados ao norte da atual Osaka, e se transformou hoje 223 km²  ao longo de várias expansões. O maior salto foi em 1925, quando 126 km² (ou 31,1 mil hectares) foram anexados oficialmente a área da cidade. O ponto mais alto em Osaka está na Tsurumi-ku a 375 metros acima do nível do mar, e o ponto mais baixo fica na área portuária de Nishiyodogawa-ku, com -2,2 metros abaixo do nível do mar.

A cidade Osaka pertence à zona climática japonesa de subtropical úmido, com as quatro estações definidas. Os invernos são geralmente ligeiros, e a cidade raramente vê neve durante o mesmo. A Primavera em Osaka começa leve, mas acaba por ser quente e úmido. Ela também tende a ser mais chuvosa estação de Osaka, com fortes chuvas sendo registradas entre abril e junho. Os verões são muito quentes e úmidos. Nos meses de julho e agosto, a temperatura média diária se aproxima de 35 °C, enquanto que as temperaturas médias noturnas geralmente variam em torno de 25 °C.

Com inúmeras e variadas lojas para todos os gostos e gastronomia cosmopolita, vale a pena conhecer Osaka.

 
Quioto

Quioto

 

Quioto é uma cidade do Japão na província homônima no centro sul do país. Fundada no século I, foi a capital do Japão Imperial, sendo substituída por Tóquio em 1868.

Com uma população estimada em quase 1,5 milhão de pessoas, Kyoto forma, juntamente com as cidades de Osaka e Kobe, uma região metropolitana conhecida como Keihanshin, que abriga mais de 18,6 milhões de pessoas, figurando como a segunda mais populosa região metropolitana do país, atrás apenas da Grande Tóquio. Foi em tempos conhecida no Ocidente por Miyako, que significa, literalmente, "capital". Kyoto é ocasionalmente apelidada de "Velha Capital" e "Cidade dos Samurais".

Apesar de existirem vestígios arqueológicos que datam a presença humana nas ilhas do Japão por volta de 10 000 a.C., a zona de Quioto só começou a ser habitada no século VII. Durante o século VIII, quando o clero budista se tornou influente junto do governo imperial, o imperador optou por colocar a capital numa região distante da influência budista.

A nova cidade, Heian-Kyō ("capital de Heian") tornou-se o assento da corte imperial em 794. Posteriormente, mudou-se o nome da cidade para Kyōtō (“cidade capital”). Quioto continuou a ser a capital do Japão até 1868, quando se deu a transferência do governo para Edo, a que posteriormente se alterou o nome para Tokyō (“capital leste”). Após Edo passar a ser conhecida por Tóquio, Quioto foi, por um curto período, conhecida por Saikyō ("Capital Oeste"). Note-se que a questão de qual é a capital em termos legais é ainda alvo de controvérsia.

Os Estados Unidos ponderaram alvejar Quioto com a bomba atômica, no que viria a ser o final da Segunda Guerra Mundial, mas, por fim, a cidade foi removida da lista de alvos.

Quioto é a única grande cidade japonesa que ainda tem bastantes edifícios de construção anterior à guerra, como os machiya (casas tradicionais). Contudo, a modernização está a impor-se, destruindo a Quioto tradicional em favor de uma nova arquitetura, como o controverso complexo da Estação de Quioto.

Em 1997 Quioto foi o local onde decorreu a conferência de onde resultou o Protocolo de Quioto sobre a emissão de gases produtores de efeito de estufa.

O turismo se posiciona como a grande base da economia de Quioto. O legado cultural da cidade é constantemente visitado por grupos vindos de escolas de todo o Japão e turistas estrangeiros.

A indústria da cidade é maioritariamente formada por pequenas fábricas, a maior parte das quais dirigidas por artesãos que produzem artesanato tradicional japonês. A cidade é o maior centro de produção de quimonos por excelência. Contudo, estas atividades têm registrado uma drástica queda, já que a venda de produtos tradicionais, no país,estagnou.

A única indústria de dimensão razoável em Kyoto é a eletrônica: é na cidade que se situa a sede mundial da Nintendo tal como a OMRON Co. e a Kyocera,além da Murata Manufacturing. Contudo, o crescimento das indústrias de alta tecnologia não é o suficiente para superar o declínio das indústrias tradicionais, e, como resultado,a cidade passa por um longo período de recessão e estagnação.

Realizam-se em Quioto os festivais Aoi Matsuri, Gion Matsuri, Jidai Matsuri e Gozan Okuribi.

 
Okinawa

Okinawa

Consiste em 169 ilhas que formam o arquipélago Ryukyu, numa cadeia de ilhas de 1000 quilômetros de comprimento, que se estende de sudoeste, de Kyushu até Taiwan, ainda que as ilhas mais a norte façam parte da prefeitura de Kagoshima. A capital de Okinawa, Naha, está localizada na parte meridional da maior e mais povoada ilha do arquipélago: Okinawa Honto. As disputadas ilhas Senkaku são, em teoria, administradas como parte da prefeitura.

Antigamente, Okinawa fazia parte de um reino independente, o reino Ryukyu, o que foi decisivo para o desenvolvimento de uma cultura própria do desenrolar de uma história particular e significativamente diferenciada do resto do Japão.

Devido à sua posição estratégica - entre o Japão, China, Coreia, Indonésia e Polinésia - se tornou um importante entreposto comercial. Relatos antigos apontam comerciantes e representantes okinawanos nas cortes imperiais da China e do Japão.

Antes dividida em feudos, foi unificada por Sho Hashi, que tornou-se rei designando o castelo de Shuri como centro administrativo. Em 1609, uma expedição do clã Shimazu partiu de Satsuma, em Kyushu, e capturou o reino. Depois disso, os reis de Ryūkyū passaram a prestar tributo ao imperador japonês e porte de armas foi proibido entre seus cidadãos. Diz-se que o caratê, como arte marcial para autodefesa, nasceu nesta época, tendo Okinawa como seu berço.

Em 1879, o governo Meiji do Japão anunciou a anexação formal das ilhas, que já estava sob influência japonesa desde meados do século XVI. A China se opôs, e o ex-presidente dos Estados Unidos, Ulysses S. Grant foi chamado para intermediar. Ele decidiu favoravelmente ao Japão.

Historiadores afirmam que os habitantes originais de Okinawa eram predominantemente Jomon (etnia japonesa). Okinawa nos últimos séculos tinha uma cultura distinta (vestes folclóricas e danças folclóricas) que foi influenciada pela Dinastia chinesa e uma história significativamente diferenciada do resto do Japão. Havia um pequeno preconceito entre okinawanos e japoneses devido às diferenças culturais.

Depois da Segunda Guerra Mundial e da Batalha de Okinawa em 1945, Okinawa permaneceu sob a administração dos Estados Unidos por 27 anos. Durante esse período, os Estados Unidos estabeleceram lá várias bases militares. Em 15 de maio de 1972, Okinawa foi devolvido ao Japão. No entanto, os Estados Unidos ainda mantém uma grande presença militar em Okinawa e no resto do Japão, mas devido à sua posição estratégica entre a China, Coreia e Japão, a presença militar em Ryukyu ainda constitui um importante alicerce da política externa defensiva Japão-Estados Unidos.

As Ilhas Senkaku são um grupo de ilhas desabitadas controladas atualmente pelo Japão (Okinawa), mas também disputadas pela República Popular da China e pela República da China (Taiwan). As disputadas ilhas Senkaku são, em teoria, administradas como parte da prefeitura de Okinawa.

Próximo aos Trópicos, tem clima temperado onde cultiva-se cana de açúcar, banana, abacaxi, batata doce, entre outros.

O Trópico de Câncer corta o arquipélago de Okinawa, por isso é uma região de clima subtropical, onde as temperaturas alcançam uma mínima de 10 °C e máximas que podem atingir os 40 °C.

Suas praias são muito procuradas pelos japoneses de outras regiões devido à beleza, ao clima e às diversas estâncias turísticas existentes.

Na sua culinária, diferente de outras regiões japonesas onde o peixe é ingrediente quase exclusivo, utiliza-se também a carne de porco e em ocasiões especiais a tradicional sopa de cabrito, o “hidjá no shirú”.

As ilhas de Okinawa são conhecidas por “Havaí do Japão” devido às suas belas praias e pelo clima predominantemente quente.

Ao visitar o Japão, não deixe de "esticar" até Okinawa, vale lembrar que o brasileiro está isento da taxa do visto japonês se na sua viagem ao Japão estiver o destino de Okinawa incluído no roteiro, aproveite!



 
Hiroshima

Hiroshima

Hiroshima ou é a capital da prefeitura de Hiroshima, no Japão. É cortada pelo rio Ota, cujos seis canais dividem a cidade em ilhas. Cresceu em torno de um castelo feudal do século XVI. Recebeu o estatuto de cidade em 1589. Serviu de quartel-general durante a Primeira Guerra Sino-Japonesa (1894-95).

Em 6 de agosto de 1945, foi a primeira cidade do mundo arrasada pela bomba atômica de fissão denominada Little Boy, lançada pelo governo dos Estados Unidos, resultando em 250.000 mortos e feridos.

A cidade de Hiroshima foi fundada na costa do Mar Interior em 1589 pelo poderoso guerreiro Mōri Terumoto, que fez dela a sua capital após deixar o Castelo Koriyama na Província de Aki. O Castelo de Hiroshima foi rapidamente construído e Terumoto mudou-se para ele em 1593. Terumoto estava do lado perdedor na batalha de Sekigahara. O vencedor, Tokugawa Ieyasu, destituiu Mōri Terumoto da maioria de seus feudos, incluindo Hiroshima e cedeu a província de Aki para Fukushima Masanori, um daimyo que havia apoiado Tokugawa.

Em 2015, a população da cidade era de 1.144.391 habitantes, enquanto a população da região metropolitana era estimada em 2.043.788 habitantes em 2000. A área total da cidade é de 905,08 km², e a densidade demográfica de 1275.4 hab/km².

A população por volta de 1910 era de 143.000 habitantes. Antes da Segunda Guerra Mundial, a população de Hiroshima tinha crescido para 360.000, e atingiu 419.182 em 1942. Após a bomba atômica em 1945, a população caiu para 137.197 habitantes. Em 1995, a população da cidade retornou ao nível pré-guerra.

Hiroshima é centro da indústria da região Chugoku-Shikoku e é, em sua maioria, centralizada em suas áreas costeiras. Hiroshima por muito tempo foi um centro portuário e o porto da cidade e o Aeroporto Internacional de Hiroshima pode ser usado para o transporte de bens.

Sua principal indústria é a manufatureira, concentrada na produção de carros da Mazda, peças de automóveis e equipamentos industriais. A Mazda é de longe a maior empresa de Hiroshima, contribuindo com 32% do Produto Interno Bruto da província. A Mazda produz vários modelos para exportação em Hiroshima.

Máquinas e equipamentos em geral também contribuem por uma grande parte das exportações. Devido à necessidade dessas indústrias por pesquisa e novos designs, Hiroshima tem muitas empresas inovadoras ativamente engajadas em novos campos (por exemplo, a Hiroshima Vehicle Engineering Company (HIVEC). Muitas dessas empresas ocupam grandes fatias do mercado no Japão e no mundo ou monopolizam suas áreas. Indústrias terciárias nas áreas de atacado e varejo também são muito desenvolvidas.

 

Outra conseqüência da concentração da indústria é a acumulação de trabalhadores qualificados e tecnologias fundamentais. Essa é considerada a maior razão para a escolha de Hiroshima para sediar seus negócios. Custos de instalação também são muito mais baixos que em outras grandes cidades no país e há um amplo sistema de benefícios fiscais para negócios que se instalarem em Hiroshima. Isso vale especialmente para dois projetos: O Distrito de Desenvolvimento Urbano da Estação de Hiroshima e a região de Seifu Shinto, que oferecem empréstimos (até 501 milões de ienes por 5 anos), isenções fiscais e subsídios para empregados. Seifu Shinto, que pode ser traduzido como "Ventos do Ocidente, Nova Cidade", é o maior projeto de construção da região e é uma tentativa de construir "uma cidade dentro de outra cidade". É uma tentativa de projetar a partir do zero um lugar para trabalhar, viver e relaxar.

Outra importante indústria em Hiroshima é a metalúrgica. A Japan Steel Works (antiga Nihon Seiko, fundada em 1907) tem uma de suas três fábricas em Hiroshima (as outras duas localizam-se em Muroran e Yokohama).

O tempo gasto no trânsito é um dos menores do Japão e o custo de vista é mais baixo que em outras cidades do país, tais como Tokyo, Osaka, Kyoto ou Fukuoka (cidade).

 
Kobe

Kobe

Kobe é uma cidade japonesa localizada na província de Hyōgo. A cidade tem uma população estimada em 1.537.164 habitantes e uma densidade demográfica de 2.759 hab./km². Forma com as cidades de Osaka e Quioto (e respectivas regiões metropolitanas) uma aglomeração urbana de 17,4 milhões de habitantes.

Recebeu o estatuto de cidade a 1 de Abril de 1889. Kobe é um importante centro econômico do país, e detém um dos maiores portos do Japão e do mundo, de onde saiu o primeiro navio com imigrantes para o Brasil. A cidade também é muito conhecida pelo seu próspero entorno urbano, cuja paisagem é realçada pelo Monte Rokko. Situa-se a aproximadamente três horas da capital japonesa, em um trajeto percorrido pelo "Trem-bala", o trem mais rápido do mundo.

Kōbe foi atingida por um terremoto de 7.2 graus na Escala Richter em 17 de janeiro de 1995, que ocasionou a destruição de muitas ruas, casas e edifícios. Às 5h46min da manhã do dia 17 de janeiro de 1995, o terremoto da Região Sul da província de Hyōgo, o primeiro grande terremoto a atingir diretamente uma área urbana japonesa, causou danos sem precedentes na região de Hanshin-Awaji, em cidades como Kōbe, Awaji e outras.

O abalo que durou apenas 20 segundos vitimou 6.500 pessoas, deixou 300 mil desaparecidos, 30.000 feridos e um grande saldo de destruição: 67 421 moradias, das quais 6 965 totalmente consumidas pelo fogo, principalmente em áreas onde se concentravam antigas casas de madeira, o que reduziu a elegante cidade portuária a meras pilhas de escombros e pedregulhos.

Além dos danos diretos, os moradores da cidade também sofreram um alto grau de danos indiretos, como um longo período de estadia nos abrigos temporários (máximo de 599 locais e 222 127 refugiados). A função educacional das escolas diminuiu devido ao horário reduzido das aulas e ao uso das instalações das escolas como local de refúgio e abrigo temporário.

A carne de vaca Kobe refere-se aos cortes de carne de vaca da estirpe Tajima do gado Wagyu, criado na província de Hyogo, Japão, de acordo com as regras definidas pela Associação de Marketing e Promoção da Distribuição da Carne de Vaca Kobe. A carne geralmente é considerada uma iguaria, reconhecida pelo seu sabor, consistência e gordura, bem marmorizada. A carne de vaca Kobe pode ser preparado como bife, sukiyaki, shabu shabu, sashimi, teppanyaki, entre outros tipos.

A carne de vaca Kobe também é chamado de Kobe niku, Kobe-gyu ou Kobe-ushi em japonês. O gado foi introduzido no Japão no século II d.C. como animais de trabalho e usados no cultivo de arroz. A topografia montanhosa das ilhas do Japão resultou em pequenas regiões de criação isoladas, cultivando rebanhos que desenvolveram e mantiveram qualidades em sua carne que diferem significantemente de outras raças de gado.

Começando no final do século XVIII e por algumas décadas depois, o gado nativo japonês foi cruzado com muitas raças europeias, incluindo a Brown Swiss, o Shorthorn e o Devon. O gado originalmente reconhecido em 1943 como Kobe era o gado dos rebanhos da área de Kobe no Japão, e podia ser de qualquer das quatro raças do gado Wagyu: o Akaushi (vermelho japonês), o Kuroushi (negro japonês), o Japanese Polled e o Shorthorn japonês. Tajima é uma estirpe do Negro Japonês.

Em 1983, um grupo de marketing foi formado a fim de definir e promover a marca de Kobe. A Associação de Marketing e Promoção da Distribuição da Carne de Vaca Kobe definiu as normas da carne de vaca Kobe.

A carne de vaca Kobe no Japão é uma marca registrada da Associação de Marketing e Promoção da Distribuição da Carne de Vaca Kobe (Kōbeniku Ryūtsū Suishin Kyōgikai). A carne deve preencher todas das seguintes condições:

  • Gado Tajima nascido na província de Hyogo;

  • Criado na província de Hyogo;

  • Boi ou touro castrado, para purificar a carne;

  • Processado em matadouros de Kobe, Nishinomiya, Sanda, Kakogawa e Himeji, na província de Hyogo;

  • Razão de marmorização, chamada BMS, de nível 6 ou acima;

  • Padrão de qualidade da carne de 4 ou 5;

  • Peso bruto de carne de um animal é 470 kg ou menos.

O gado é alimentado com forragem de grãos. O ponto de derretimento da gordura da carne de vaca Kobe (gado Tahima) é menor que o da gordura de carne de vaca comum.

 
Shizuoka

Shizuoka

Shizuoka é uma prefeitura do Japão localizada na Chūbu (região) de Honshu. A capital é a cidade de Shizuoka, enquanto Hamamatsu é a maior cidade por população.

A área coberta pela atual província de Shizuoka estava anteriormente dividida entre três regiões chamadas Totomi, Suruga e Izu. No período Edo, as áreas controladas diretamente pelo Shogunato, correspondentes aos estados de Hatamoto (dependentes diretos do Shogun) e os territórios do Daimyo (senhor feudal) formavam uma complexa matriz ao longo da paisagem.

No momento da abolição do sistema han e do estabelecimento das províncias em julho de 1871, três províncias foram formadas dentro da atual Shizuoka: Nirayama (Izu), Shizuoka (Suruga, Totomi) e Horie (parte norte do lago Hamanako). Em novembro do mesmo ano, a província de Nirayama tornou-se parte da província de Ashigara, e uma nova província, Hamamatsu, foi estabelecida em Enshu.

Depois, com a dissolução da província de Ashigara em abril de 1876, as antigas províncias de Izu e Shizuoka uniram-se, ocorrendo em seguida a junção das províncias de Hamamatsu e Shizuoka em 21 de agosto do mesmo ano. Nasceu assim a atual província de Shizuoka.

A Província de Shizuoka está localizada na região central do Japão tendo ao norte o Monte Fuji e ao sul o Oceano Pacífico e a Baía de Suruga.

Além da natureza bela e exuberante, da rica herança histórica e cultural, a Província conta com um clima ameno e um acesso extremamente conveniente, que a liga com outras regiões do Japão.

A linha costeira da Província de Shizuoka se estende por 500 km de leste a oeste, ao longo do Mar de Enshu e das Baías de Suruga e Sagami. Ao norte a Província é cercada por montanhas de mais de 3.000 metros, como o Monte Fuji e os Alpes Sulinos.

Vários rios que percorrem a província, como os rios Fuji, Ohi e Tenryu têm suas nascentes nessas montanhas.

A economia de Shizuoka é a segunda maior economia do Japão, ela é demarcada pela sua tecnologia e desenvolvimentos científicos que isso ajuda principalmente a sua maior intenção em avançar em educação que isso ajuda parte do Japão a se desenvolver.

Privilegiada com uma rica natureza, a Província conta com a beleza das paisagens de montanhas, rios, planícies, linha costeira, termas e lagos, que estão em constantes mudanças conforme cada estação do ano. O majestoso Monte Fuji nas diferentes estações. As montanhas e as famosas termas da península de Izu. Os magníficos Alpes Sulinos. As correntezas dos rios Fuji, Abe, Ohi e Tenryu. E o extenso Lago Hamana. Lugares famosos e historicamente significantes como as cataratas de Shiraito e Irozaki, o Monte Kuno, onde se encontra a sepultura de Tokugawa Ieyasu, o primeiro Shogun do Japão (1542-1616). Numerosos lugares cujas belas paisagens atraem muitos turistas. Vale a pena conhecer.

 
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